12 de janeiro de 2026

A minha experiência na StepHouse

A minha experiência na StepHouse: a residência estudantil onde você melhora sem perceber

Quando cheguei à StepHouse no início do curso, eu só procurava uma residência estudantil moderna, perto da universidade, com um bom ambiente e onde não tivesse que disputar a máquina de lavar. Dormir bem, estudar tranquilamente e pouco mais. Não esperava absolutamente nada mais.

Mas, sem ter planeado... comecei a ficar louco com tudo o que começou a acontecer comigo.

Chegar sem conhecer ninguém e sentir-se parte do grupo desde o primeiro dia

Cheguei sem conhecer ninguém e, em dois dias, já tinha um grupo para comer, estudar, rir e reclamar dos professores quando nos davam mil trabalhos. Tudo muito natural, sem conversas forçadas nem o típico «vou tentar me integrar».

Isso, para mim, é fundamental na vida numa residência estudantil: sentir-se confortável sem ter que fingir nada.

Melhorias pessoais que você não percebe (soft skills sem perceber)

O mais impressionante é que, sem perceber, comecei a melhorar em coisas que nem sabia que eram importantes: comunicar-me melhor, organizar-me para não entrar em colapso, trabalhar com outros residentes sem querer desaparecer do planeta...

Sem querer, minhas habilidades sociais na universidade passaram por uma atualização.

O Txoko e as atividades que mudam a sua rotina

As aulas de culinária do Txoko são os meus momentos favoritos. Antes, eu vivia à base de massas e sanduíches, e agora faço coisas que nem eu acredito.

Mas o melhor não é a comida, é o ambiente: todos a fazerem confusão juntos, a rirmos quando algo corre mal, a organizarmo-nos para que a cozinha não arda... e, sem dar por isso, estás a tornar-te mais responsável, mais comunicativo e mais líder.

É assim que é viver numa residência universitária com atividades, mas bem feita.

Workshops e palestras que realmente contribuem (mesmo que você ache que não são para você)

Eu achava que os workshops iam ser chatos... mas não foram nada disso. Eles tiram-te da tua zona de conforto, mas de uma forma descontraída. Saí de lá a pensar: «talvez eu seja capaz de mais do que pensava».

As conversas também são fantásticas. Conhece pessoas de mil lugares, culturas e formas diferentes de ver a vida. Sem querer, torna-se mais aberto, mais empático e muito melhor a comunicar.

E as palestras da Thinkinglabs são outro nível: um verdadeiro ginásio mental. Aprende-se a pensar melhor, a questionar, a ouvir de verdade. Sai-se com o cérebro como se tivesse feito flexões.

Por que a StepHouse não é apenas uma residência estudantil

Para ser sincero, eu achava que uma residência era apenas um lugar para dormir e estudar. Mas a StepHouse aluga: você melhora, cresce, conecta-se e prepara-se para a vida real sem perceber.

Não é apenas um quarto bonito ou um lugar para "sobreviver" à universidade.

Vale a pena morar na StepHouse? A minha conclusão

Se estás à procura de uma residência estudantil e estás nervoso porque não sabes onde te meter, só te digo isto:
aqui não vens para sobreviver à universidade, aqui vives-a de verdade.

E isso, honestamente, vale mil vezes mais do que um quarto bonito para postar no Instagram.